Fernando Guerreiro
Imagens roubadas
Textos sobre cinema

Enfermaria 6, Lisboa,
novembro de 2017, 146 pp.
Capa de Gustavo Domingues E StudioPilha  

12€

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Sobre o autor

Fernando Guerreiro é docente na Faculdade de Letras de Lisboa de cadeiras de cinema sobre o qual tem escrito, nomeadamente na revista Vértice.

Publicou os livros de ensaios: Negativos (1988), Art Campbell (1994), O Canto de Mársias (2001), Italian Shoes (2005) e, mais recentemente, Cinema El Dorado – Cinema e Modernidade (2016).


Playlist

O título do livro, Imagens roubadas, vem de uma canção de Charles Trenet, "Que reste-t-il de nos amours?", de que um dos versos deu nome a um filme de François Truffaut, Baisers volés.

Como play list , banda sonora desta sessão de leitura-cinema pode-se ouvir, segundo uma ordem mais ou menos aleatória, os seguintes temas: 1) The Kinks, "Celluloid Heroes", 2) Elvis Prestley, "King Creole", 3) David Bowie, "I can't read" (com os Tin Machine), 4) Lou Reed , "The Heroine" (de "The Blue Mask") , 5) Eddy Mitchell, "La fille du Motel", 6)Scott Walker, "Farmer in the City" (de "Tilt"), 7) Marquis de Sade, "Conrad Veidt", 8) Bauhaus, "Bela Lugosi is dead", 9) The Clash, "The Right Profile", 10) Sonic Youth, "Tunic (Song for Karen)", 11) Madness, "Michael Caine",  11) "Science Fiction/ Double Feature" (The Rocky Horror Show), 12) The Go-Betweens, "Lee Remick", 13) The Kinks, "Oklahoma USA".

Quando se fecham as luzes e o filme arde na bobine, podemos então sair com "La Dernière Séance" de  Eddy Mitchell.


O verdadeiro cinema é o que (se) passa na nossa cabeça – melhor, na parte de trás (a rádiotransmitir da morte) da nossa cabeça. Um processo alucinatório – como se diz das drogas, assistido. Daí poder-se afirmar, na senda de Epstein, que o cinema é a poesia exteriorizada, continuada por outros meios visíveis, as imagens.